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As organizações da atualidade estão ávidas por se manterem competitivas no mercado globalizado, que passa por constantes alterações. Neste sentido, o interesse pela integração de sistemas de gestão diferentes com bases semelhantes e pontos em comum tem crescido nos últimos anos, já que as organizações conseguem compreender que integrá-los poderá ser um diferencial. Assim, este artigo propõe uma metodologia que será embasada nos pontos fortes das metodologias já existentes, procurando sanar os gaps identificados pelos autores, a fim de potencializar as vantagens e minimizar as desvantagens decorrentes de uma implementação.
Autor Edna S. A. Waclawovsky
É mestranda em Engenharia da Produção, especialista em Gestão da Qualidade e em Gestão do Conhecimento Organizacional e graduada em Administração de Empresas. Em sua pesquisa de dissertação de mestrado está elaborando uma metodologia para implementação de SGI que atue como ferramenta de apoio no alcance de resultados sustentáveis para as organizações. Ela possui diversos cursos na área de gestão da qualidade, ambiental e de segurança e saúde no trabalho, nas quais é Auditoria Líder da Qualidade e Ambiental, certificada pela IRCA (LEAD AUDITOR IRCA). Edna possui mais de doze anos de experiência em áreas relacionadas ao SGI, tendo atuado em empresas como Siemens, O Boticário e Tigre, e atualmente faz parte do quadro de profissionais da SoftExpert, onde exerce a função de analista de produto e mercado das soluções EQM e EHSM. Contatos poderão ser realizados pelo e-mail: edna.waclawovsky@softexpert.com.
Eduardo Concepción Batiz
Possui graduação em Engenharia Industrial (1979) e doutorado em Ciências Técnicas (1996) pelo Instituto Superior Politécnico José Antonio Echeverria (ISPJAE), Havana, Cuba reconhecido pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Professor-Pesquisador do Departamento de Engenharia Industrial do ISPJAE (1979-1997), Chefe do Laboratório de Ergonomia e Segurança e Higiene do Trabalho. Assessor em Biossegurança do Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia de Cuba (1992-1996). Professor Visitante do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas da UFSC (2000-2004). Atualmente é Professor-Pesquisador da Sociedade Educacional de Santa Catarina - SOCIESC no Instituto Superior Tupy -IST e Coordenador do Mestrado Profissional em Engenharia de Produção do IST, Brasil. Membro do Conselho Científico da Revista GEPROS - Gestão da Produção, Operações e Sistemas e da Revista do IST. Membro do Grupo de Consultores da Revista de Ciências Agrárias da UFRA e da Revista do IST, Consultor ad-hoc da Revista Ciência & Saúde Coletiva e avaliador da Revista Científica Produção Online. Tem experiência na área de Engenharia de Produção com ênfase em Ergonomia, atuando principalmente nos seguintes temas: Ergonomia, Segurança e Higiene Ocupacional, Biossegurança, Gestão da Segurança, Condições de Trabalho, Organização do Trabalho e Gestão Ambiental.
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Parece não ter fim o ranger dos dentes quando se trata de priorização de projetos no portfólio de projetos de TI de uma organização. Normalmente, a dor encontrada em muitos esforços de priorização é devido à falta de um método coerente, objetivo e mensurável - deixando apenas a persuasão e a política para orientar o esforço.
Este white paper mostra como criar uma matriz simples de prioridade ponderada, e fornece 10 exemplos que você pode seguir ou ajustar para melhor refletir as características de sua organização.
Autor Michael Wood é Contador e é atualmente um consultor independente. Antes disso, ele foi o Presidente do The Natural Intelligence Group. No final dos anos 1990, Michael foi o Vice-Presidente Executivo de Gestão de Resultados da Corporation for Standards and Outcomes (CS&O). Sua formação e experiência na indústria posicionou o Sr. Wood como um especialista na área de melhoria de processos de negócios e reengenharia, que é o foco de seu novo livro “The HELIX Factor: The Key to Streamlining Your Business Processes”.
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Há um consenso entre os CEOs de que as organizações estão sendo bombardeadas por mudanças e que muitas estão lutando para lidar com essa transformação. Assim, os gestores têm que mesclar agilidade com direção, criatividade com controle e flexibilidade com estrutura. Isto significa que a taxa de mudança de ritmo agora exige elevados níveis de coordenação e integração na implementação da estratégia, que só pode ser alcançada por meio da aplicação eficaz e eficiente do gerenciamento de programas. Além disso, com o crescente aumento dos escritórios de programa na estrutura organizacional surge a necessidade de uma posição executiva para a qual os gestores de portfólio responsáveis pelos vários programas se reportem. Este é o emergente papel do Chief Portfolio Officer.
Neste conjunto de idéias progressistas, o Dr. Steyn descreve os seus esforços para abordar de forma completa a dificuldade do desenvolvimento e implementação da estratégia corporativa, de negócio e operacional nas empresas, e coloca o pensamento moderno, incluindo o emergente papel de Chief Portfolio Officer, em perspectiva.
Autor Dr Pieter Steyn é fundador e diretor do Colégio Cranefield de Gestão de Projeto e Programa. É graduado em Engenharia, MBA e doutorado em administração de empresas e possui um registro profissional de Engenheiro. Ele é atualmente um membro do Conselho de Administração de Pesquisa do International Project Management Association (IPMA). Pieter pode ser contactado em cranefield1@cranefield.ac.za.
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Muito se tem escrito sobre as crescentes incertezas que as organizações estão enfrentando com a globalização, mudanças e reestruturação do mercado e a concorrência. Este despertar para uma maior transparência tem voltado as empresas para os benefícios da gestão corporativa dos riscos (ERM). Empresas líderes de mercado estão usando métodos e ferramentas do Six Sigma para aprimorar os processos existentes, assim eles podem incorporar e gerenciar melhor a informação considerando os riscos. Este artigo (em inglês) mostra a sinérgica relação entre Enterprise Risk Management e o Six Sigma.
Autor Michael Young é um Master Black Belt certificado, presidente da Strategic Business Transformation Resources LLC e escritor independente. Young tem mais de 15 anos de experiência auxiliando empresas internacionais no desenvolvimento dos métodos e ferramentas do Lean Six Sigma. Ele já foi membro do grupo de Global Risk Management Services em uma das 4 maiores empresas de consultoria e auditoria do mundo. Ele pode ser contactado através do e-mail k.michael.young@verizon.net.
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As organizações da atualidade estão ávidas por se manterem competitivas no mercado globalizado, que passa por constantes alterações. Neste sentido, o interesse pela integração de sistemas de gestão diferentes com bases semelhantes e pontos em comum tem crescido nos últimos anos, assim como as organizações têm compreendido que fazer isto de forma alinhada com seu Balanced Scorecard, com suas estratégias e com seus processos pode auxiliá-las no alcance mais eficaz e eficiente de sua Visão. À luz disto, no decorrer deste artigo a autora descreverá como as organizações podem otimizar tal integração e alinhamento.
Autor Edna Waclawovsky
Gestora de Produto & Mercado - SoftExpert EQM e EHSM Suite.
É mestranda em Engenharia da Produção, especialista em Gestão da Qualidade e em Gestão do Conhecimento Organizacional e graduada em Administração de Empresas.
Em sua pesquisa de dissertação de mestrado está elaborando uma metodologia para implementação de SGI que atue como ferramenta de apoio no alcance de resultados sustentáveis para as organizações. Ela possui diversos cursos na área de gestão da qualidade, ambiental e de segurança e saúde no trabalho, nas quais é Auditoria Líder da Qualidade e Ambiental, certificada pela IRCA (LEAD AUDITOR IRCA).
Edna possui mais de doze anos de experiência em áreas relacionadas ao SGI, tendo atuado em empresas como Siemens, O Boticário e Tigre, e atualmente faz parte do quadro de profissionais da SoftExpert, onde exerce a função de analista de produto e mercado das soluções EQM e EHSM. Contatos poderão ser realizados pelo e-mail: edna.waclawovsky@softexpert.com.
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As empresas bem sucedidas utilizam a gestão integrada de processos de crescimento estratégico para definir, aprovar e controlar seus planos de crescimento atual e futuro e as ações necessárias para atingir os seus objetivos estratégicos acordados. Essas ações se traduzem na execução de portfólios de programas e projetos. No entanto, as inter-relações entre os processos de negócio usados para gerenciar o crescimento estratégico de uma empresa e aqueles utilizados para gerir o portfólio de programas /projetos da empresa não são muito bem entendidas.
O objetivo deste white-paper é definir as inter-relações, esclarecer os limites e identificar quem detém as principais responsabilidades sobre esse conjunto de processos de gestão inter-relacionados - os processos de gestão estratégica e processos de gerenciamento de portfólio de projetos.
Autor Russell D. Archibald
PhD, MSc, Fellow PMI, Fellow APM/IPMA, PMP
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O ditado “Uma imagem vale mais que mil palavras” não é sempre verdadeiro. E certamente não é nada legítimo quando estamos falando de modelagem de processos. Por quê?
Imagens são planas, possuem duas dimensões. Modelos podem ter três dimensões. Um modelo de processo certamente terá muitas dimensões! Um modelo de processo detalhado é justamente o resultado da descoberta de processos (process discovery).
Em resumo, a descoberta de processos pode ser definida como a ação de entender e documentar como um processo de negócio funciona.
Este artigo descreve os desafios e considerações iniciais da descoberta e análise de processos a partir da perspectiva de um analista de negócio.
Autor Mike Purcell tem trabalhado com tecnologias orientadas a processo por mais de 15 anos em sua carreira. Seu foco é análise, simulação, otimização e reengenharia de processos. Ele também tem gerenciado projetos que incluem automação e monitoramento de processos. Mike possui uma vasta experiência em múltiplas técnicas e metodologias para otimização de processos.
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A indústria da saúde enfrenta muitos árduos desafios, incluindo o aumento dos
custos, redução da lucratividade e ineficiência em suas operações. Além disto,
as organizações têm que se adequar a um ambiente com rápida mudança de
regulamentação e uma constante pressão para aumento de qualidade,
segurança e disponibilidade nos serviços oferecidos.
As organizações do setor da saúde ainda enfrentam a desafiadora tarefa de
otimizar os custos sem reduzir a qualidade na prestação dos serviços. Isto nos
tempos atuais onde os custos de manutenção de hospitais crescem a taxas
estimadas de 7% ao ano. Adicionalmente, a administração hospitalar tem que
suprir a exigência crescente dos pacientes por maior diversidade e melhor
nível dos serviços oferecidos.
Há um equívoco comum entre alguns executivos e gestores de que a conformidade por meio de um código de conduta, legislação ou contrato (ou outro requerimento) elimina a necessidade da gestão de risco. Sem uma estrutura de gestão de risco implementada a gestão da conformidade é uma pobre tentativa de cobrir as rachaduras da governança corporativa de uma organização. Este artigo (em inglês) mostra como reparar definitivamente as rachaduras.
Autor Anthony Rowley é um executivo com mais de 20 anos de experiência em organizações públicas e privadas, incluindo consultoria em eBusiness e TI; experiência política em posições executivas na equipe de dois Primeiros
Ministros Australianos; gerente de conta; marketing; contratos; e atividades como gerente de projetos senior.
http://www.linkedin.com/in/anthonyrowley.
Sobre a SoftExpert:
A SoftExpert é a empresa líder na América Latina no desenvolvimento de soluções para a gestão da excelência e conformidade empresarial. A empresa está presente em mais de 25 países, nos cinco continentes, com uma carteira de mais de 1.700 clientes. A solução SoftExpert Excellence Suite (SE Suite) dispõe de um conjunto de módulos muiti-idiomas, nativamente integrados e 100% web, que automatizam os processos envolvidos nas necessidades de melhoria e otimização das diversas áreas de negócio das organizações, aprimorando a gestão, reduzindo custos e facilitando o atendimento às principais regulamentações internacionais. O SE Suite também complementa e otimiza o uso dos sistemas de gestão empresarial, integrando-se aos principais ERPs do mercado por meio de conectores prontos ou desenvolvidos conforme as necessidades específicas do cliente.
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Gestão de Processos de Negócio (BPM) e Workflow não focam apenas na movimentação contínua de documentos de maneira mais rápida. Hoje, as tecnologias e o ambiente de negócios alcançaram o ponto onde Workflow e BPM possuem um papel fundamental sobre os processos de negócio de missão crítica.
BPM é um termo novo que cobre um portifólio de funções e abordagens que incluem técnicas para integrar os processos dentro de múltiplas aplicações, ao longo das organizações e entre organizações.
Workflow, conforme definido pelo Workflow Management Coalition (WfMC), é a automação de um processo de negócio, em sua totalidade ou em parte, durante o qual documentos, informações, ou tarefas são passadas de um participante para outro para tomada de ação.
Para auxiliar as pessoas a não confundirem simples automação via Workflow com a mais abrangente, e ainda complexa Gestão de Processos de Negócio (BPM), este artigo (em inglês) descreve cada um dos conceitos e oferece um exemplo real.
Autor Mike Purcell tem trabalhado com tecnologias orientadas a processo por mais de 15 anos em sua carreira. Seu foco é análise, simulação, otimização e reengenharia de processos. Ele também tem gerenciado projetos que incluem automação e monitoramento de processos. Mike possui uma vasta experiência em múltiplas técnicas e metodologias para otimização de processos.
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Estratégia empresarial continua a ser apenas um sonho a menos que as iniciativas sejam iniciadas para mover a empresa em direção aos seus objetivos estratégicos. Estas iniciativas, ou projetos, devem ser coordenadas entre si e em conjunto com as realidades e objetivos organizacionais.
Esta coordenação é conhecida como Gerenciamento de Portfólio de Projetos (Project Portfolio Management - PPM). Quando utilizada de forma eficaz, PPM garante que os projetos estão alinhados com as estratégias corporativas e prioridades e otimiza a alocação de recursos.
Este artigo (em inglês) irá auxiliar a avaliar quão madura sua organização está para executar uma gestão de portfólios de forma eficaz e irá orientá-lo sobre como criar um Escritório de Projetos Estratégicos para coordenar o seu portfólio de projetos.
Autor Project Management Solutions, Inc. (PM Solutions), fornece consultoria de gerenciamento de projetos, treinamento e recursos para ajudar as organizações a melhorar o desempenho e entregar projetos críticos com êxito. Os serviços incluem recursos para projetos e programas; treinamento corporativo por meio do PM College® (www.pmcollege.com) e serviços de consultoria de gestão que suportam diretamente a gestão de portfólio de projetos, maturidade em gerenciamento de projetos organizacionais, desenvolvimento de processos e metodologias, implantação e melhoria de escritório de projetos e revisão e recuperação de projetos. Com sede corporativa localizada nos arredores da Filadélfia, Pensilvânia, E.U.A., a PM Solutions atende a uma base diversa de clientes que inclui algumas das principais organizações do mundo. Para mais informações visite www.pmsolutions.com.
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Executivos desempenham um papel crucial em fazer a gestão de riscos funionar em um ambiente orientado a projetos. Eles têm que entender que a gestão de risco é uma disciplina necessária, até mesmo uma profissão. Eles têm que entender o que a gestão de riscos pode fazer para seus projetos e o que pode acontecer, ou já está acontecendo, sem um processo formal de gestão de riscos. Eles precisam saber o que fazer para a gestão de riscos ter sucesso na organização e os obstáculos que precisam ser enfrentados. Eles terão que lidar com os riscos externos também, com sinceridade e transparência para com os clientes e demais interessados. Neste artigo, o autor, consultor e especialista em gestão de riscos de projetos David Hulett responsabiliza os executivos pelo sucesso na gestão dos riscos dos projetos corporativos.
Autor David T. Hulett, PhD, é internacionalmente conhecido como um grande especialista em gestão de riscos, líder das atividades de gestão de riscos do Project Management Institute (gestor de projeto do capítulo de gestão de riscos do PMBOK®, 2000 e 3ª edição), gerente de projeto principal do Practice Standard for Project Risk Management (no momento) e palestrante em várias conferências. Ele é fundador presidente da Hulett & Associates, uma empresa de consultoria em gestão de projetos, e pode ser contactado através do e-mail info@projectrisk.com.
Sobre a SoftExpert:
A SoftExpert é a empresa líder na América Latina no desenvolvimento de soluções para a gestão da excelência e conformidade empresarial. A empresa está presente em mais de 25 países, nos cinco continentes, com uma carteira de mais de 1.700 clientes. A solução SoftExpert Excellence Suite (SE Suite) dispõe de um conjunto de módulos muiti-idiomas, nativamente integrados e 100% web, que automatizam os processos envolvidos nas necessidades de melhoria e otimização das diversas áreas de negócio das organizações, aprimorando a gestão, reduzindo custos e facilitando o atendimento às principais regulamentações internacionais. O SE Suite também complementa e otimiza o uso dos sistemas de gestão empresarial, integrando-se aos principais ERPs do mercado por meio de conectores prontos ou desenvolvidos conforme as necessidades específicas do cliente.
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O mundo em que vivemos está em constante mutação. Infelizmente não sabemos quanto dessas mudanças nos afetarão. Quando utilizamos a palavra risco, ela concentra tanto os efeitos das mudanças quanto nossa incapacidade de poder prever as respectivas mudanças. Quanto mais conseguimos entender a dinâmica dos riscos, suas conseqüências e impactos e também as causas de sua concretização, menos estaremos expostos.
Neste artigo, o autor enfoca nos riscos empresariais ou corporativos, que cobrem quatro dimensões básicas de qualquer empresa: risco de mercado, de crédito, operacional e legal. Com subdivisões desse modelo e exemplos práticos, o autor explicita os riscos já conhecidos que afetam as empresas e incentiva a busca pelo entendimento cada vez maior de suas causas e impactos.
Autor Antonio Celso Ribeiro Brasiliano é Doutor em Science et Ingénierie de L'Information et de L'Intelligence Stratégique (Ciência e Engenharia da Informação e Inteligência Estratégica) pela UNIVERSITÉ EAST PARIS - MARNE LA VALLÉE - Paris - França; Master Degree - Diplome D'Etudes Approfondies (DEA) en Information Scientifique et Technique Veille Technologique (Inteligência Competitiva) pela UNIVERSITE TOULON - Toulon - França; Certificado como Especialista em Segurança Empresarial - CES pela Associação Brasileira de Segurança Orgânica - ABSO; Autor de inúmeros livros e artigos sobre Riscos Corporativos; Coordenador técnico e professor dos cursos de especialização (MBA) de Gestão em Segurança Empresarial e do Curso Avançado em Segurança Empresarial, ambos da FESP/FAPI - SP; Membro do Institute of Internal Auditors IIA e do Instituto dos Auditores Internos do Brasil - AUDIBRA; Diretor Executivo da BRASILIANO & ASSOCIADOS.
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A administração das empresas deve identificar os eventos em potencial que, caso ocorram, afetarão a organização. Ao identificar eventos, a administração considera uma variedade de fatores internos e externos que podem dar origem a riscos e a oportunidades no contexto de toda a organização. Uma infinidade de fatores externos e internos impulsiona os eventos, que afetam a implementação da estratégia e o cumprimento dos objetivos. Como parte do gerenciamento de riscos corporativos, a administração deve reconhecer a importância de compreender esses fatores e o tipo de evento que pode emanar deles.
Neste artigo, o autor explana sobre a multidiciplinaridade dos riscos enfrentados pelas empresas atualmente e sobre o entendimento dos riscos corporativos e estratégicos que vem tomando outro sentido dentro das organizações, mais estruturado e mais profissional. Num cenário onde as mudanças são velozes, as instabilidades permanentes e a imprevisibilidade alta, a formulação de estratégias organizacionais já não pode combinar com métodos tradicionais de projeção e análise ou com práticas empíricas de gestão das incertezas.
Autor Antonio Celso Ribeiro Brasiliano é Doutor em Science et Ingénierie de L'Information et de L'Intelligence Stratégique (Ciência e Engenharia da Informação e Inteligência Estratégica) pela UNIVERSITÉ EAST PARIS - MARNE LA VALLÉE - Paris - França; Master Degree - Diplome D'Etudes Approfondies (DEA) en Information Scientifique et Technique Veille Technologique (Inteligência Competitiva) pela UNIVERSITE TOULON - Toulon - França; Certificado como Especialista em Segurança Empresarial - CES pela Associação Brasileira de Segurança Orgânica - ABSO; Autor de inúmeros livros e artigos sobre Riscos Corporativos; Coordenador técnico e professor dos cursos de especialização (MBA) de Gestão em Segurança Empresarial e do Curso Avançado em Segurança Empresarial, ambos da FESP/FAPI - SP; Membro do Institute of Internal Auditors IIA e do Instituto dos Auditores Internos do Brasil - AUDIBRA; Diretor Executivo da BRASILIANO & ASSOCIADOS.
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Tudo parece ser tão lógico: focar em processos, melhorar a organização utilizando ferramentas da qualidade que embasam a tomada de decisão, proporcionar boas informações técnicas e administrativas para as pessoas, melhorar continuamente.
Entretanto, para melhorar continuamente é necessário realizar profundas mudanças na cultura da organização, assim como conscientizar as pessoas sobre a importância desta melhoria.
Neste artigo o autor comenta sobre as dificuldades encontradas pela liderança para envolver as pessoas na melhoria contínua e dá dicas do que fazer para superar tais dificuldades.
Autor Desde 1992, Davis Balestracci atua na indústria de cuidados de saúde.
Ele é autor da 3a edição do livro "Data Sanity: A Quantum Leap to Unprecedented Results", membro da American Society for Quality, na qual foi responsável pelo departamento de Estatística, e atualmente atua como especialista na melhoria da qualidade na “Harmony Consulting”.
Há quatro anos Davis escreve artigos para Quality Digest, revista eletrônica enviada à aproximadamente 70.000 pessoas por mês, bem como já recebeu prêmios corporativos por sua forma inovadora de ensinar e pela aplicação de métodos estatísticos.
Contato para informações:
www.dbharmony.com.
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Normas que estabelecem requisitos para Sistemas de Gestão, internacionalmente reconhecidas, determinam que as organizações devem assegurar que quaisquer correções e ações corretivas necessárias sejam executadas, em tempo hábil, para eliminar não conformidades detectadas e suas causas, bem como que as atividades de acompanhamento devem incluir a verificação das ações executadas e o relato dos resultados de verificação.
No entanto, implementar ações para resolver problemas é apenas uma das muitas responsabilidades que as pessoas têm e, infelizmente, não é a prioritária. Por isso é fundamental que as ações implementadas sejam cuidadosamente verificadas, já que a verificação não é um ato de desconfiança ou desrespeito, mas sim uma parte fundamental para da resolução de problemas.
Neste artigo o autor procura esclarecer a importância de verificar a eficácia das ações implementadas, bem como a melhor forma de fazê-lo.
Autor Craig Cochran é gerente regional metropolitano norte do Geórgia Tech's Economic Development Institute. Ele é o autor de: ISO 9001 in Plain English, Customer Satisfaction: Tools, Techniques and Formulas for Success, The Continual Improvement Process: From Strategy to the Bottom Line, and Becoming a Customer Focused Organization, all available from Paton Professional.
Contato para informações:
Georgia Tech's Enterprise Innovation Institute can be reached at http://innovate.gatech.edu.
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Um sistema de Gestão da Qualidade com foco na ISO 9001 requer sob controle uma grande quantidade de documentação. O controle da documentação é importante sempre, porém a aplicação da Norma exige um rigor ainda maior que o habitual.
A habilidade em gerenciar a documentação corporativa é um fator chave para lidar com os desafios associados à gestão do conhecimento. Além disso, a capacidade de gerenciar informações é cada vez mais reconhecida como uma necessidade organizacional fundamental para o aumento da produtividade e mitigação de riscos.
O artigo (em espanhol) Conteúdo e gestão de documentos na ISO 9001 explora os requisitos para implementação de um sistema de gestão de documentos no contexto da Norma ISO 9001.
Autor
Jorge Pereiro es editor en portalcalidad.com, Ingeniero Industrial por la Universitat Politècnica de Catalunya y posee una experiencia de más de 10 años en consultoría de sistemas de gestión.
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Há uma nova "onda" de conscientização ambiental surgindo nas organizações. Ela tem sido chamada pelas certificadoras de Green Wave - "Onda Verde" e tem feito as organizações descobrirem que "ser verde" não é fácil, assim como obter certificações por adotar "práticas verdes" é ainda mais difícil.
Pesquisas do Conselho Americano do Consumidor (American Consumer Council - ACC) sugerem que menos de 22 % das empresas possuem um sistema de gestão adequado aos requisitos estabelecidos no programa "Green C Certification", difundido por esta instituição, um programa rígido que afere a conformidade ambiental e de responsabilidade social de uma organização.
Neste artigo o autor comenta sobre este assunto, assim como dá dicas do que fazer para chegar lá.
Autor Thomas Hinton é presidente e CEO da CRI Global LLC - San Diego, empresa internacional de treinamento e consultoria que ajuda seus clientes a criar uma cultura de excelência.
Contato para informações:
tom@criglobal.com
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Percorra qualquer jornal, revista especializada ou blog de segurança, e é evidente que o número significativo de violação de dados - desde informações de cartão de crédito até registros de saúde - está aumentando rapidamente. Muitas organizações repondem colocando mais tecnologia e pessoal no problema. Embora isso possa ajudar, John Linkous defende que a verdadeira resposta está na garantia de que as três principais equipes de TI responsáveis pela informação - rede, riscos/segurança e auditoria/compliance - tenham a independência necessária para identificar, avaliar e implementar as soluções corretas para reduzir os riscos para a organização.
Autor John Linkous é o especialista em governança, riscos e conformidade da elQnetworks, Inc. onde trabalha diretamente com clientes e consultores para definir a solução estratégica corporativa. Ele tem mais que 15 anos de gestão de tecnologia e atividades em consultoria, especializado em gestão de sistemas corporativos, segurança da informação e conformidade legal.
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Hoje ouvimos dizer de muitas empresas - Product Lifecycle Management (PLM) é uma parte importante da sua estratégia empresarial ou PLM tem um grande papel em sua estratégia corporativa.
Na prática, porém, as empresas lutam com aplicação PLM, porque é um conceito apoiado por um sistema empresarial de TI, e é difícil avaliar até que ponto uma determinada empresa caminhou no conceito para a plena aplicação do PLM ou qual é a sua posição relativa em comparação com outras empresas do setor.
Este documento descreve como um Modelo de Maturidade de PLM pode ser aplicado a fim de obter as vantagens do valor estratégico do PLM e dos incontestáveis benefícios para a gestão corporativa.
Autor Antti Sääksvuori é um autor, reconhecido consultor empresarial e palestrante na área de PLM. Ele tem ajudado dezenas de empresas em diversos ramos da indústria a desenvolveremos seus negócios através das possibilidades trazidas pela gestão estratégica e bem estruturada do ciclo de vida de produtos e serviços. Atualmente o Sr. Sääksvuori é um parceiro na Talent Partners Ltd. (empresa de consultoria baseada na Finlândia).
Ele publicou uma série de livros e artigos sobre PLM e produtização de serviços. Por exemplo, o "Product Lifecycle Management", o primeiro livro sobre PLM tem sido um grande sucesso.
Ele pode ser contatado por meio de seu Website www.plm-info.com ou pelo e-mail antti. saaksvuori @ iki.fi ou em seu escritório, em Helsinque (ver detalhes de contacto www.talentpartners.fi)
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Neste artigo, o autor, consultor de negócios e expert em Balanced Scorecard Paul Niven foca em um dos aspectos mais dasafiadores do negócio - a estratégia. Enquanto que o estudo da estratégia nos negócios e seu desenvolvimento têm gerado amplo interesse e ricos materiais, o autor defende que o verdadeiro sucesso é inteiramente dependente da execução da estratégia. É onde entra o Balanced Scorecard, diz o autor.
Autor Paul R. Niven é um autor, consultor de negócios, e um reconhecido palestrante do assunto Formulação e Execução Estratégica com o uso do Balanced Scorecard. Como consultor ele tem desenvolvido projetos de Balanced Scorecard bem sucedidos para grandes e pequenas empresas dos mais diversos ramos, incluindo empresas da Fortune 1000, agências do setor público, e organizações sem fins lucrativos. O seu último livro é “Roadmaps and Revelations: Finding the Road to Business Success on Route 101”, uma narração interessante sobre o tema Planejamento Estratégico. A segunda edição de seu popular livro “Balanced Scorecard Step by Step: Maximizing Performance and Maintaining Results” foi lançada em Setembro de 2006. A primeira edição foi traduzida para mais de vários idiomas. Seus outros livros incluem: “Balanced Scorecard Step by Step for Government and Nonprofit Agencies”, segunda edição lançada por John Wiley & Sons em 2008, e “Balanced Scorecard Diagnostics” que foi lançado em abril de 2005. Ele pode ser contatado através de seus websites: www.roadmapstrategy.com, www.paulniven.com and www.senalosa.com.
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No contexto contemporâneo dos negócios, o conhecimento está conduzindo a inovação e as organizações estão competindo sobre produtos que exigem alto conhecimento aplicado em uma economia baseada no conhecimento. Dado a crescente importância do conhecimento na atividade econômica, é necessário então foco sobre a gestão deste conhecimento como um ativo do negócio.
Para atingir esse objetivo, as empresas devem estabelecer uma taxonomia que forneça consistência de termos e conceitos a fim de sustentar a colaboração ao longo do diversificado portfólio de interesse comercial.
Portanto, para explorar o conhecimento embutido dentro dos múltiplos e complexos sistemas de informação, esta taxonomia deve estar completamente integrada com uma arquitetura técnica. Este artigo de pesquisa (em inglês) Strategic Leverage of Engineering Knowledge through Taxonomy Governance explora os conceitos que suportam essa capacidade e discute a abordagem tomada para alcançar a visão de coerência.
Autor O Dr. Rod é diretor executivo da William Bethwey & Associates. Ele possui ampla experiência no setor público e privado obtido na Oceania, Europa e Asia. Com mais de vinte anos de experiência em Tecnologia da Informação e metodologias de gestão, ele conduziu o desenvolvimento de mais de trinta e cinco estratégias de Gestão do Conhecimento e foi envolvido em inúmeros projetos de soluções para Gestão do Conhecimento. Rod é também visto como um visionário na Gestão do Conhecimento. Ele completouseu Doutorado em Administração de Negócios com foco em Gestão do Conhecimento e também possui um MBAe pós-graduação voltados à educação e ensino. Rod é pesquisador senior da Universidade de Melbourne, aonde leciona sobre Gestão do Conhecimento no curso de Mestrado em Gestão do Conhecimento e Mestrado em Sistemas de Informação. Ele é também um palestrante regular em conferências e workshops internacionais.
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O IDC tem estimado que uma organização, com aproximadamente mil profissionais que trabalham ligados a informação e o conhecimento (criação, revisão, compartilhamento, distribuição), gasta em média de U$ 2.5 a U$ 3.5 milhões por ano, buscando informações inexistentes, tentando encontrar as existentes, ou recriando as que não podem mais ser encontradas.
A habilidade de gerenciar informação é a chave para lidar com os desafios associados à gestão do conhecimento. Além disso, a capacidade de gerenciar informação é cada vez mais reconhecida como uma necessidade organizacional, fundamental para o aumento da produtividade e a mitigação de riscos.
O artigo “Enterprise Content Management: Suporte para Gestão do Conhecimento” estabelece um entendimento do ECM como um mecanismo facilitador para a gestão do conhecimento.
Autor Dr. Rod é diretor executivo da William Bethwey & Associates. Possui ampla experiência no setor público e privado obtido na Oceania, Europa e Asia. Com mais de vinte anos de experiência em Tecnologia da Informação e metodologias de gestão, conduziu o desenvolvimento de mais de trinta e cinco estratégias de Gestão do Conhecimento e foi envolvido em inúmeros projetos de soluções para Gestão do Conhecimento. Rod é também visto como um visionário na Gestão do Conhecimento. Fez doutorado em Administração de Negócios com foco em Gestão do Conhecimento e MBA e pós-graduação voltados à educação e ensino. Rod é pesquisador senior da Universidade de Melbourne, onde leciona sobre Gestão do Conhecimento nos cursos de mestrado em Gestão do Conhecimento e em Sistemas de Informação. É também, um requisitado palestrante em conferências e workshops internacionais.
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Em consultorias nós frequentemente encontramos organizações se esforçando na compreensão do dicionário de Performance Management. O que você chama de objetivo eu posso me referir como sendo uma iniciativa. O que é tratado como uma medição em um lugar pode ser um KPI (Key Performance Indicator) em outro. Longe de um exercício de “semântica”, estas diferenças podem ter um profundo impacto sobre o sucesso da sua implementação do Scorecard. Se você for incapaz de encontrar uma linguagem comum será extremamente difícil determinar uma lista de indicadores para um trabalho em conjunto. Nesse artigo, Paul Niven, consultor e expert em Balanced Scorecard, vai descrever os problemas relacionados com a terminologia e ajudá-lo a superar os obstáculos que palavras podem representar para qualquer organização que usa, ou pensa em implantar, um Balanced Scorecard.
Autor Paul R. Niven é um autor, consultor de negócios, e um reconhecido palestrante do assunto Formulação e Execução Estratégica com o uso do Balanced Scorecard. Como consultor ele tem desenvolvido projetos de Balanced Scorecard bem sucedidos para grandes e pequenas empresas dos mais diversos ramos, incluindo empresas da Fortune 1000, agências do setor público, e organizações sem fins lucrativos. O seu último livro é “Roadmaps and Revelations: Finding the Road to Business Success on Route 101”, uma narração interessante sobre o tema Planejamento Estratégico. A segunda edição de seu popular livro “Balanced Scorecard Step by Step: Maximizing Performance and Maintaining Results” foi lançada em Setembro de 2006. A primeira edição foi traduzida para mais de vários idiomas. Seus outros livros incluem: “Balanced Scorecard Step by Step for Government and Nonprofit Agencies”, segunda edição lançada por John Wiley & Sons em 2008, e “Balanced Scorecard Diagnostics” que foi lançado em abril de 2005. Ele pode ser contatado através de seus websites: www.roadmapstrategy.com, www.paulniven.com and www.senalosa.com.
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Se você sabe o que procurar e quais perguntas fazer, os principais problemas de governança em EHS podem ser identificados sem maiores dificuldades, mesmo em toda uma empresa, em apenas algumas horas. Conforme descrito neste artigo, esse framework chamado Fast Governance inclui a avaliação de sete áreas-chave. Fast Governance pode ser útil, barata e independente de verificações para garantir que a equipe de EHS não tenha deixado de observar alguns pontos críticos. É também uma boa técnica para incrementar as práticas de gestão, destacando as questões essenciais sem gastar uma fortuna em detalhadas auditorias independentes. Saiba mais sobre essa técnica neste artigo recente.
Autor Richard MacLean é presidente da Competitive Environment Inc., uma empresa de consultoria estabelecida em 1995 em Scottdale, Arizona; um dos dirigentes da Independet Perspectives, uma rede virtual de consultorias em gestão de negócios; e diretor executivo da Center for Environment Innovation (CEI), uma entidade de pesquisa sem fins lucrativos. Ele pode ser contatado por e-mail: maclean@competitive-e.com
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A metodologia Seis Sigma maximiza a eficiência na medição, análise, melhoria e controle de processos críticos, eliminando atividades sem valor agregado e aumentando a produtividade de processos e recursos. Isso invariavelmente reduz custos e aumenta a rentabilidade dos produtos ou serviços existentes.
No plano conceitual, muitas das "melhores práticas de gestão" defendidas por Seis Sigma e PMBOK têm muita coisa em comum - por exemplo, identificar e comunicar as partes interessadas, ter um plano bem embasado, realizar revisões regulares e gerenciar prazos, custos e recursos.
O interesse em Seis Sigma está crescendo rapidamente na comunidade profissional de gestão de projetos, e a pergunta mais frequente proveniente deste grupo é "Como o Seis Sigma está relacionado ao Project Management Body of Knowledge (PMBOK)?"
Este artigo mostrará as ligações, semelhanças e diferenças entre Seis Sigma e PMBOK.
Autor Gary A. Gack é Presidente da Process-Fusion.net, de Fleming Isle, Flórida (E.U.A.). Possui MBA da Wharton School, é Six Sigma Black Belt, engenheiro da qualidade de software certificado pela ASQ, certificado ITIL-F e certificado Scrum Master. Process Fusion fornece treinamento e orientação relacionados à melhoria dos processos de negócio e software, com ênfase na melhor forma de integração das melhores práticas e modelos, incluindo Lean Six Sigma, CMMI, PMBoK, ITIL, e métodos Agile. Sr. Gack pode ser contatado pelo e-mail: ggack@Process-Fusion.net
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Empresas de capital aberto que não adotarem uma arquitetura de gestão da conformidade gastarão anualmente 50% mais para obter conformidade com a Lei Sarbanes-Oxley [SOX]. (Gartner)
Gerenciar e arquivar informações financeiras e conteúdos relacionados é fundamental para os decretos da SOX. Várias seções tem ligação direta com a maneira pela qual os documentos e registros digitais da organização são criados, revisados, aprovados, armazenados, recuperados, transferidos e eliminados.
Com a capacidade para controlar e rastrear o fluxo de informação, os Sistemas de Gestão de Documentos fornecem recursos críticos para ajudar a cumprir com os requisitos da SOX e reduzir o custo total relacionado a gestão de documentos em até 40%, segundo o Gartner.
O artigo “A Necessidade dos Sistemas de Gestão de Documentos” discute as várias seções da SOX que uma solução de Gestão de Documentos poderia auxiliar na conformidade.
Autor O Dr. Gupta é o fundador e presidente do Istrat. Ele é graduado em Tecnologia da Informação pelo IIT de Bombaim, mestre e doutor (Ph.D.) em Engenharia Aplicada pela Universidade de Columbia, Nova York. Dr. Gupta trabalhou como cientista na Universidade da Califórnia e como professor no IIT Kharagpur. Atualmente ele determina perspectivas globais para a organização (Istrat) e atua como uma ponte entre os recursos de TI Indianos e os clientes globais com requisitos de Tecnologia.
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Uma vez que os primeiros adeptos ao Balanced Scorecard começaram a colher os resultados, as organizações estavam convencidas de que mais objetivos e indicadores fariam a gestão do desempenho ainda mais efetiva. Isto conduziu a mapas estratégicos e Balanced Scorecards super lotados que falhavam em oferecer uma visão coerente da estratégia e da execução da estratégia. Neste artigo, o autor, consultor de negócios e especialista em Balanced Scorecard Paul Niven se posiciona firmemente contra a sobrecarga dos Balanced Scorecards com Key Performance Indicators (KPIs) e objetivos e alerta as organizações para a regra número um da gestão da estratégia - foco.
Autor Paul R. Niven é um autor, consultor de negócios, e um reconhecido palestrante do assunto Formulação e Execução Estratégica com o uso do Balanced Scorecard. Como consultor ele tem desenvolvido projetos de Balanced Scorecard bem sucedidos para grandes e pequenas empresas dos mais diversos ramos, incluindo empresas da Fortune 1000, agências do setor público, e organizações sem fins lucrativos. O seu último livro é “Roadmaps and Revelations: Finding the Road to Business Success on Route 101”, uma narração interessante sobre o tema Planejamento Estratégico. A segunda edição de seu popular livro “Balanced Scorecard Step by Step: Maximizing Performance and Maintaining Results” foi lançada em Setembro de 2006. A primeira edição foi traduzida para mais de vários idiomas. Seus outros livros incluem: “Balanced Scorecard Step by Step for Government and Nonprofit Agencies”, segunda edição lançada por John Wiley & Sons em 2008, e “Balanced Scorecard Diagnostics” que foi lançado em abril de 2005. Ele pode ser contatado através de seus websites: www.roadmapstrategy.com, www.paulniven.com and www.senalosa.com.
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Estratégia: mobilização de recursos para atingir objetivos, mediante utilização, pela alta administração, de um plano, uma direção ou um curso de ação para o futuro. Este conceito por muitas vezes considerado claro e dominado tem se mostrado, na prática, uma tarefa difícil para as empresas. Uma pesquisa realizada recentemente pelo The Conference Board em 40 países aponta a execução da estratégia como uma das principais preocupações dos executivos. Seus resultados indicam que o problema não está na qualidade da estratégia, mas sim na qualidade da execução.
Esse artigo apresenta a execução da estratégia através de um processo sistemático que extrapola o habitual foco no planejamento, onde é preciso estabelecer um novo paradigma de gestão estratégica que permita o acompanhamento da evolução da organização e de seu contexto competitivo.
Autor Roberto Campos de Lima é sócio da 3GEN Gestão Estratégica e atua como consultor de empresas desde 2000, tendo vivenciado a implementação de projetos de planejamento estratégico, construção e implementação do Balanced Scorecard e arquitetura organizacional em empresas de setores como celulose e papel, petroquímica, telecomunicações, siderurgia, serviços financeiros, educação, saúde, varejo, distribuição, governo, terceiro setor, entre outros. Lima iniciou sua carreira em empresa de tecnologia da informação, onde atuou por vários anos nas áreas de produtos, marketing e planejamento estratégico. É graduado em Propaganda e Marketing e MBA pela FAAP & The University of New Mexico (Anderson Schools of Management).
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Atualmente, a captura, controle, armazenamento e destruição em tempo adequado de registros tem maior impacto sobre o sucesso ou falha de um negócio do que jamais teve anteriormente. De acordo com a AIIM (Associação Internacional para Gestão de Conteúdo Empresarial [ECM]), as iniciativas de Gestão de Registros precisam ser mais do que apenas um plano para satisfazer os requisitos de compliance regulatório.
Nesse caso, qual é o fator chave que os gestores de documentação devem considerar quando iniciam suas iniciativas de Gestão de Registros?
A chave para programas de Gestão de Registros bem sucedidos é reunir o time correto com as habilidades apropriadas. E para isso, não estamos falando apenas em contratar pessoas que possuem experiência anterior em Gestão de Resgistros ou conhecem uma tecnologia relacionada.
Ao invés disso, o artigo “O Fator Equipe nas Implementações da Gestão de Registros” descreve as verdadeiras habilidades de uma equipe que determinam se o programa de Gestão de Registros está configurado para o sucesso ou não.
Autor Ganesh Vednere atua em uma empresa internacional de consultoria de serviços financeiros e é especialista na implementação de programas corporativos de gestão de conteúdo e registros. Ganesh desenvolve todos os aspectos da Gestão de Registros, incluindo estratégia dos programas, políticia, retenção, pesquisa, e implementação de tecnologia. Ele é bacharel em Ciências da Computação e possui mais de 12 anos de experiência em tecnologia e negócios.
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A ampla maioria dos erros críticos durante a análise e classificação de documentos é compreensível. Mesmo a melhor equipe tomará decisões erradas durante o processo de análise. A maior parte dos examinadores de documentos perdem o foco quando estão tratando de enormes quantidades de e-mails, planilhas e memorandos. Como resultado, os documentos podem ser registrados incorretamente ou rotulados falsamente como sensíves e confidenciais.
Como as organizações tem evitado estas armadilhas perigosas?
Respondendo essa questão e estimulando a qualidade no processo de análise e classificação de documentos, o artigo "Melhores Práticas para Análise Descomplicada de Documentos" apresenta cinco melhores práticas recomendadas para ajudar, minimizar e, com otimismo, erradicar processos de análise e classificação de documentos equivocados.
Autor Michael Swarz exerce atualmente a função de Diretor de Marketing da eClaris, Inc. Michael é especialista em leis estaduais e federais norte-americanas relacionadas a e-discovery e escreve extensivamente sobre o assunto. Seu artigo mais recente, A Evolução das Sanções de eDiscovery, provê um guia sobre penalidades que podem ser impostas pela lei norte-americana em um processo de descoberta de registros. Michael é graduado pela Universidade Brandeis e New England Law em Direito.
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Nos últimos anos, vem ocorrendo uma crescente insatisfação com muitas iniciativas que tem sido realizadas sob a assinatura da “gestão de riscos”. A principal reclamação se dá pelo fato de que a classificação e mitigação de problemas identificados como “riscos” tem um impacto mensurável muito pequeno no resultado final da organização.
Esse artigo (em inglês) apresenta uma visão diferente da gestão de riscos, se preocupando com as coisas que precisam dar certo ao invés de somente focar no que pode dar errado.
Autor Bill Sharon, CEO e fundador da Strategic Operational Risk Management Solutions (SORMS), tem 25 anos de experiência no mercado Financeiro e Marketing/Comunicação em uma variedade de cargos “C” e consultorias.
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Entre as características mais relevantes que diferenciam o ser humano das máquinas, está a sua capacidade de criação, inovação e adaptação às mudanças. Face ao atual cenário econômico desafiador, a incorporação dessas características é fundamental para as organizações que queiram sobreviver e ocupar uma posição de destaque nos novos tempos.
Utilizando como base as teorias de Gary Hamel, classificado recentemente como o maior estrategista mundial de negócios da atualidade pelo The Wall Street Journal, esse artigo explora, como os temas gestão de riscos, inovação, biologia das empresas e liderança, se colocados em prática de modo simultâneo e fundamentados pelos paradigmas de BPM/BPO, podem oferecer suporte à implementação dessas iniciativas, promovendo as devidas e necessárias transformações organizacionais.
Autor Jorge Silva é licenciado em Engenharia (Eng. Eletrotécnica e Computadores) pelo IST - Instituto Superior Técnico de Lisboa - na área de Sistemas e Computadores. Atualmente é diretor de informática do grupo FICOSA e Huf, em Portugal. Com uma carreira diversificada, trabalhou em diversificados projetos, desde a inteligência artificial à gestão de uma PME. Nos últimos oito anos dedicou parte de seu tempo à transformação organizacional. Desenvolveu ainda, projetos relacionados à gestão do conhecimento, desenho de BSC (Balanced Score Card) e organizações do tipo BPO com enfoque na área de IT (ITIL). Atualmente está focado em entender como criar as capacidades organizacionais para a inovação por meio de organizações flexíveis, adaptáveis e ágeis, baseadas na gestão de processos conhecimento-intensivos. Trabalhou na Alcatel, Digital e Siemens. Durante os últimos anos foi convidado por diversas instituições para apresentar seminários e co-lecionar seminários para executivos (EGP - Escola de Gestão do Porto).
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Na maioria das empresas, o departamento de Tecnologia da Informação/Sistemas de Informação (TI/SI) têm se esforçado muito para gerenciar de forma eficaz a entrega de serviços de TI para o negócio. Os desafios intrínsecos se referem a ambientes técnicos complexos, mudanças constantes no negócio e demandas dos clientes, sem deixar de mencionar os problemas de gestão dos recursos.
Tudo isso levou os departamentos de TI/SI de sucesso a mudar de simplesmente operar a infra-estrutura de TI/SI para fornecer serviços que agregam mais valor ao negócio, demonstrando claramente como a TI/SI contribui e suporta as metas e objetivos da organização como um todo.
Esse artigo ilustra os conceitos chave para uma implementação do Gerenciamento do Portfólio de Serviços de sucesso, pela adoção da mentalidade de Portfólio de Serviços, onde departamentos de TI/SI mudam de provedor de tecnologia, para se tornar provedor de serviços em constante evolução e aprimoramento - uma organização que se alinha com o negócio e alavanca processos e controles padronizados.
Autor Thomas Lundon é um profissional inovador com 15 anos de experiências em gerenciamento de TI e trouxe uma ampla visão sobre as melhores práticas de suporte para otimizar a eficiência operacional de TI. Thomas é responsável pelo gerenciamento de serviços para as melhores práticas de Governança de TI incluindo gerenciamento de serviços, portfolio, regulamentos e conformidade para a região de Manta Eastern.
Glen Notman é um experiente consultor com mais de 18 anos de atividades no segmento de TI. É líder e facilitador que desenvolveu a habilidade única de estabelecer a ligação entre as áreas de TI e de negócios.
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Esse artigo (em inglês) tem como foco principal as melhores práticas associadas a projetos de sucesso na Gestão de Processos de Negócio [BPM]. Descreve uma receita para o sucesso, a partir da criação de um Grupo de Coordenação e Seleção de Projetos orientados a Governança Corporativa, o desenvolvimento de um Business Case e como ganhar o Patrocínio Executivo para o projeto. Com o comprometimento da corporação no projeto, a abordagem foca a importância de ter um profundo entendimento dos processos de negócio, antes de identificar oportunidades de melhoria e eventuais implementações de uma solução de BPM. Em todo o artigo, o autor destaca uma grande variedade de melhores práticas aplicáveis e armadilhas a evitar.
Autor Derek Miers é um renomado analista de mercado, estrategista de tecnologia e autor reconhecido, com inúmeras publicações de artigos e avaliações de produtos sobre Business Process Management [BPM] e melhoria de processos. Como Vice-Presidente do BPMI.org (corporação que lidera o desenvolvimento de padrões abertos, livres de royalties e baseados em XML para processos de negócio), ele foi fundamental na fusão do BPMI.org com o Object Management Group [OMG] e foi um dos primeiros membros do Workflow Management Coalition [WfMC].
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Criado originalmente como alternativa para melhorar a eficiência, reduzir custos e aumentar a confiabilidade dos projetos, em termos de prazo e custo, o escritório de projetos (PMO) evoluiu para assumir um papel mais estratégico e está sendo considerado a solução adequada para assegurar melhores decisões, informações mais confiáveis e execução mais eficiente.
Para implantar um PMO, a empresa necessita de um time experiente com um plano de implantação com base em determinados pré-requisitos. Além disso, precisa estar preparada para alguns desafios particulares, principalmente culturais e tecnológicos. Em contrapartida, a recompensa é tangível.
Esse artigo apresenta uma visão clara e uma metodologia sólida de como obter sucesso na implantação de um PMO.
Autor A TenStep está localizada em Atlanta, na Geórgia (EUA), e é especializada em desenvolvimento, consultoria e treinamento de metodologias de negócios. O principal produto é o TenStep Project Management Process®, licenciado para milhares de empresas e pessoas em todo o mundo.
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A prática mostra que um gerenciamento de portfolio incorreto leva à perda da oportunidade de maximizar seu valor e consequentemente a perdas financeiras. Isso porque os projetos nem sempre atendem aos objetivos estratégicos da empresa, não foram priorizados corretamente e mais, seus benefícios e riscos não foram avaliados de forma apropriada.
Os quatro objetivos do gerenciamento de portfolio de projetos (PPM) são maximizar o valor do portfolio, buscar o equilíbrio entre os projetos, assegurar que o portfolio está alinhado à estratégia organizacional e assegurar que não se têm muitos projetos para os recursos disponíveis. O processo de PPM deve cobrir desde como um business case é criado até como se prioriza os projetos e como se monitora seus objetivos. O business case será o principal documento para preservar o valor do projeto em todo seu ciclo de vida operacional.
Autor Roberto Ortiz é formado em Engenharia Eletrônica e atua na área de TI, há mais de 15 anos, como analista de sistemas e de negócio. Foi consultor em grandes empresas nacionais e internacionais. Morou por dois anos nos Estados Unidos, onde fez o MBA em Sistemas de Informação, pela Georgia State University. Para mais informações, envie um e-mail para roberto.ortiz@softexpert.com.
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A introdução de um modelo com o propósito de avaliar a maturidade dos processos em uma organização é novidade para grande parte dos analistas e gerentes da área no mundo do BPM, inclusive para os admiradores mais antigos da famosa engenharia de processos.
Carlos Aggio, analista de mercado e especialista em ECM/BPM, faz uma análise do modelo de maturidade proposto pelos principais players do mercado internacional relacionado ao BPM.
Leia o artigo publicado na revista Portal BPM de novembro/dezembro de 2007.
80% das informações existentes em uma organização são não-estruturadas (textos, planilhas, apresentações, etc.), e deste montante, 90% não estão sendo gerenciadas, segundo dados da AIIM. Uma estratégia bem sucedida de ECM depende da habilidade de capturar conteúdo, seja em papel ou em meio eletrônico, e conduzi-lo para um ambiente gerenciado.
As diferenças entre captação de dados e de documentos, as tendências de melhores práticas de ECM e a otimização dos custos nos processos estão apresentadas no artigo Capture como porta de entrada para o ECM, disponível no site da SoftExpert.
O texto original desta publicação Capture - On-Ramp to ECM, foi escrito por Bryant Duhon, da AIIM International, e traduzido e disponibilizado pelo CENADEM.
Ativos intangíveis precisam ser reconhecidos e terem tratadas as exposições de seus riscos associados. As falhas nos tangíveis impactam negativamente no universo dos intangíveis e o contrário também ocorre levando a um ciclo vicioso de difícil interrupção.
O artigo, disponível no site da SoftExpert, mostra que muitos dos riscos operacionais a que uma organização se expõe são decorrentes da falta de cuidado com uma seção do universo intangível que é aquele relacionado à adequada gestão do conhecimento.
Autor Eduardo Jorge Lins de Carvalho
Engenheiro mecânico e mestre em Administração pelo IBMEC nas áreas de Concentração Finanças e Mercado de Capitais. Atualmente é técnico dos quadros do BNDES. Trabalhou nas áreas industrial e nuclear e se especializou em TQM, auditorias e implantação de sistemas da qualidade segundo as normas ISO 9000.
A qualidade de um produto ou serviço está diretamente ligada à qualidade do processo implementado, para a sua produção e gestão.
O aprimoramento contínuo dos processos é tão importante quanto o aprimoramento dos produtos ou serviços fornecidos pelas organizações.
Um método de aprimoramento, que vem sendo amplamente adotado pelo mercado, é o modelo estabelecido pelo CMMI (Capability Maturity Model Integrated), que define cinco níveis de maturidade. Este modelo, que estabelece as bases para a devida institucionalização de processos nas organizações, foi adotado como padrão por outros importantes frameworks como COSO, COBIT, ITIL, PMBOK, entre outros.
Este white-paper descreve os cinco níveis de maturidade do CMMI, e explica porque a institucionalização é fator chave para a implementação e o aprimoramento eficaz dos processos na sua organização.
Para conhecer mais sobre institucionalização leia o artigo na íntegra, disponível no website.
Uma pesquisa realizada pelo Gartner sobre o mercado de BPM (Business Process Management) estima que 40% dos processos existentes nas 2000 maiores empresas do mundo (Forbes Global 2000) estarão sendo suportados por soluções de BPM nos próximos quatro anos. Destes processos 56% gerenciam a interação entre pessoas e sistemas (person-to-system e system-to-system) e 44% gerenciam atividades humanas (person-to-person).
Portanto, para uma adoção eficaz ao BPM é essencial conhecer os processos que deverão ser gerenciados. Leia o artigo BPM - Integrando Pessoas e Sistemas e entenda quais os principais recursos a serem analisados nas soluções de BPM e saiba como diferenciar soluções focadas em pessoas (human-centric) de soluções focadas em sistemas (integration-centric).
Autor Carlos Aggio
Gestor de Produto & Mercado da Softexpert para Soluções de ECM/BPM. Certificado em Information Technology Infrastructure Library (ITIL) pelo EXIN. Participa dos programas ECM e BPM Specialist da Association for Information and Image Management (AIIM), é membro profissional da AIIM desde 2003. É certificado pelo Dale Carnegie Training em Sales Advantage. Autor de artigos publicados em revistas especializadas sobre ECM e BPM, conta com mais de oito anos de experiência em Gestão de Produtos e Serviços de TI.
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Provavelmente você já passou por problemas para entregar um produto ou serviço devido a "problemas de comunicação" ou "prioridades do departamento", não é mesmo? É ainda mais difícil quando se tem por objetivo ser uma organização efetivamente orientada ao cliente. Geralmente as empresas enfrentam problemas entre as relações interdepartamentais e acabam estimulando a criação de silos funcionais.
Este artigo (em inglês) evidencia a identificação das principais características e diferenças entre os dois tipos de empresas: O tipo baseado no antigo, comum e comprovadamente testado modelo departamental versus o tipo baseado em processos que caracteriza uma organização BPO (Business Process Organization). Além disso, é apresentada uma estrutura para impulsionar a mudança, visando o objetivo de ser uma empresa orientada a processos (BPO).
Autor Jorge Silva é diretor de TI dos grupos multinacionais FICOSA e Huf em Portugal. Graduado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa, Jorge possui uma carreira diversificada, com atuação em uma grande variedade de projetos, desde Inteligência Artificial até a gestão de uma empresa de médio porte. Nos últimos oito anos tem dedicado grande parte de seu tempo ao tema da transformação organizacional. Desenvolveu também, projetos relacionados a gestão do conhecimento, Balanced Scorecard [BSC] e desenho de Organizações Orientadas a Processo [BPO] com foco na área de TI, através das disciplinas de ITIL.
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A norma ISO 9001:2000 para Gestão da Qualidade introduziu uma significativa ênfase em “Medição, Análise e Melhoria”. Essa ênfase (entre muitas outras mudanças propostas na revisão) reflete as elevações de maturidade na Gestão da Qualidade, baseado nas experiências que vêm sendo adquiridas ao redor do mundo. Está ocorrendo uma forte tendência entre as empresas líderes mundiais no sentido da integração entre os sistemas da qualidade e os sistemas de gestão. O “Modelo de Negócios” resultante está amplamente baseado na coleta e análise de métricas apropriadas nas áreas mais importantes das organizações.
Este artigo (em inglês) explora as oportunidades e desafios na implementação de um sistema de gerenciamento de métricas, no contexto da norma ISO 9001.
Autor Rody Ryan é o sócio-gerente da Goldcert Management Systems Ltd., empresa da Irlanda que promove treinamentos e consultoria sobre as melhores práticas de design, implementação, manutenção e melhoria de gerenciamento de sistemas. É membro do comitê nacional da Irlanda, responsável pelo desenvolvimento e revisão dos padrões da ISO para Sistemas de Gestão da Qualidade e Responsabilidade Social.
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